09/04/2021 às 13h44min - Atualizada em 09/04/2021 às 14h20min

Com a pandemia de Covid-19, comércio eletrônico cresce na América Latina

Semelhantemente às tendências observadas ao redor do mundo, América Latina também apresentou crescimento exponencial do seu comércio eletrônico desde o começo da pandemia de Covid-19.

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O crescimento do comércio eletrônico foi impulsionado no mundo todo por conta da pandemia, entretanto, este foi um tema destaque no debate do dia 16/03/2021, em um Fórum da Assembleia de Governadores do BID.

Para quem ainda não conhece, o BID é o Banco Interamericano de Desenvolvimento e realizou o fórum "Reconstrução sustentável: infraestrutura, comércio e emprego pós-pandemia".

Segundo a vice-presidente de assuntos públicos globais da UPS, empresa multinacional dos EUA, Maria Luisa Boyce, o comércio eletrônico na América Latina cresceu, no último ano, o que era previsto entre 5 e 10 anos.

A mudança no comportamento de compra do consumidor foi o grande impulsionador do comércio eletrônico. O distanciamento social e a apreensão levaram os clientes a optarem por não sair de casa.

Isto, somado às inúmeras opções de comércio eletrônico disponíveis no mercado e à inclusão digital em todas as idades, resultou em uma explosão de vendas pela internet no mundo todo.

Ainda segundo Boyce, apenas na América Central as vendas por comércio eletrônico cresceram em 300%. Além disso, o crescimento nas transações com cartão de crédito também foi percebido com veemência na América Latina.

As autoridades presentes na assembleia entendem este crescimento no mercado digital como uma oportunidade para os países potencializarem a retomada da economia em um cenário pós-pandemia.

Alguns mercados foram altamente favorecidos pela situação pandêmica vivida pelo mundo todo. Um dos maiores, ou talvez o maior, favorecido foi o mercado de comércio eletrônico.

Com medo de sair de casa, as pessoas passaram a pedir comida, fazer compras e, até mesmo, adquirir bens materiais de maior valor pela internet, sem a necessidade de sair de casa.

Em conformidade com esse crescimento, mercado eletrônico brasileiro também se expandiu exponencialmente desde o início da pandemia de Covid-19. Estre crescimento fez com que inclusive a B2W, rede que controla a gigantes do e-commerce nacional como a Americanas e Submarino, volta-se a lucrar no último trimestre de 2020, com ganhos estimados em R$ 15,6 milhões, após ter apresentado resultados negativos no ano anterior.

Este comportamento, que não tem previsão de mudança ou desaceleração, modifica a forma como as empresas se posicionam no mercado e, de acordo com especialistas, promete promover ainda mais evoluções nos próximos anos.



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