27/11/2020 às 14h40min - Atualizada em 27/11/2020 às 14h54min

Destinos nacionais pedem segurança durante a viagem

Quais são os riscos de viajar sem assistência mesmo dentro do Brasil?

DINO
https://coris.com.br/


Desde declarada a pandemia, registrou-se aumento pela procura das viagens nacionais em diversas empresas do segmento. Incluem-se todos os tipos de empresas no âmbito do turismo, inclusive, empresas de seguro viagem, que estão sendo mais procuradas pelos turistas por estarem mais preocupados com a questão da segurança durante as viagens.

Como referência, esta foi a primeira vez na história da CORIS Seguro Viagem que o seguro nacional quebrou a barreira dos 30% em vendas. Só em julho, as vendas chegaram a 34% do total dos bilhetes emitidos. Este número tem aumentado devido a uma maior busca por segurança que trouxe a pandemia. Para entender a importância desta contratação mesmo para destinos nacionais, e ainda que o deslocamento seja feito de carro, ainda que o deslocamento seja feito de carro, vale conferir alguns motivos que podem passar despercebidos:

No Brasil, há apenas 47 milhões de usuários de plano de saúde e, deste montante, aproximadamente 20% tem cobertura com abrangência nacional. Por esse motivo, a maioria dos brasileiros – quando não contrata um seguro viagem – se desloca sem qualquer tipo de proteção. Para os que contam com a cobertura do seu Plano de Saúde, ainda não podem se considerar totalmente protegidos. Isso porque o seguro viagem oferece outras garantias como cancelamento de viagem, extravio de bagagem, atraso de voo, repatriações e retorno do segurado, entre outras que não são contempladas pelos seus planos.

O seguro viagem não só cuida da saúde do turista, mas também de seu bolso. Caso o viajante adoeça, terá a garantia de atendimento médico, em rede particular, sem que isso comprometa seu orçamento, além de não estourar o limite do cartão de crédito. O produto engloba também despesas farmacêuticas.

É importante lembrar que, aqui no Brasil, o preço de uma consulta médica particular pode ultrapassar R$ 1 mil, dependendo do médico e da especialidade. Já uma cirurgia de apendicite, por exemplo, não sai por menos de R$ 5 mil.

“O seguro viagem é pouco conhecido e, muitas pessoas, deixam de contratá-lo por acharem que seu valor é muito alto. E é aqui que elas se enganam. O seguro viagem equivale a menos de 3% dos gastos totais em uma viagem. Em caso de viagens nacionais, o valor é ainda mais baixo.”, afirma uma das sócias e responsável pelo Canal de venda digital e Marketing da CORIS, Taís Mahalem.

Pessoas que sofrem de doenças crônicas ou preexistentes, como pressão alta ou diabetes, podem precisar de atendimento durante uma viagem. Nessas condições, alguns seguros podem cobrir parte dos gastos em casos de urgência ou emergência em crises agudas. No caso da CORIS, a empresa oferece 100% de cobertura para preexistência.

Com o seguro certo, as despesas médicas são devidamente cobertas e o turista ainda pode receber atendimento em seu quarto de hotel, sem precisar se dirigir a um hospital. Levando em conta o custo-benefício do produto, entende-se por que a procura por seguro viagem tem aumentado cada vez mais.



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