16/11/2020 às 14h55min - Atualizada em 17/11/2020 às 00h00min

Tecnologia inovadora para tratar resíduos hospitalares chega ao Brasil

Uma miniusina chamada Steriplus, devidamente regulamentada pela ANVISA, trata todos os resíduos contaminantes, transformando-os de detritos infectantes em restos comuns de itens hospitalares em apenas 30 minutos.

DINO
http://www.sterileasy.com.br/


Até pouco tempo o tratamento de resíduos de serviço de saúde (RSS) ou lixos hospitalares infectantes no Brasil, havia a necessidade do transporte dos mesmos, saindo dos hospitais e circulando por vias urbanas e estradas para que tal recurso fosse aplicado. O resultado desses materiais descartados não só por hospitais, mas também clínicas, laboratórios, ambulatórios, postos de saúde, dentre outros, se resumia ao alto risco de contaminação, não só à população, mas principalmente ao meio ambiente.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), os resíduos hospitalares qualificados na classe A (Resolução RDC nº 33/03) são os que oferecem maior periculosidade, já que apresentam os temíveis agentes biológicos. Ou seja, são potencialmente infectantes. Pode-se apontar aqui os dos grupos B (químicos), C (rejeitos radioativos), D (resíduos comuns) e E (os que perfuram ou cortam).

Tal classificação foi implantada não só para prevenir prejuízos ambientais, mas também prevenir acidentes com pessoas (sejam elas profissionais ou transeuntes).

Solução inovadora

Hoje, porém, há como tratar os resíduos da classificação A, por exemplo, no mesmo local de sua geração, uma tecnologia francesa que chega ao Brasil para mudar os rumos dos hospitais de pequeno, médio e grande porte. Uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que agora se torna realidade no Brasil.

Uma miniusina chamada Steriplus, da empresa Sterileasy, devidamente regulamentada pela ANVISA, trata todos os resíduos contaminantes, transformando-os de detritos infectantes em restos comuns de itens hospitalares, e em apenas 30 minutos. O processo conta com um alto poder de trituração e esterilização e já está presente em mais de 50 países.

“Hoje nós temos um problema no Brasil: muitos municípios não têm como tratar seu próprio lixo. E dependem de uma coleta que faça 300 ou até 600 quilômetros para tratar aqueles resíduos contaminantes. Quando se está na capital, existem algumas usinas que ficam até 100 quilômetros”, explica o CEO da Sterileasy Julio Aidar.

A Steriplus é a nova forma de tratamento do resíduo contaminante no Brasil. Ela pode ser colocada no próprio local em que os lixos são produzidos. Os resíduos ficam com 80% a menos de seu volume original e 50% a menos de peso.

Conteúdo: Doutor TV



Website: http://www.sterileasy.com.br/
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